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De La Soul • São Paulo, 26.06.14

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PosDnuos e Dave são dois dos meus MCEES prediletos. Kamau e eu costumávamos falar sobre os assuntos abordados em rimas da dupla, lá na ZN…

De 3 Feet High And Rising à Grind Date, compilações e mixtapes, não há outro grupo de Rap que traduza tão bem a palavra LONGEVIDADE. Desde ’99, quando tive a oportunidade de trabalhar como tradutor do grupo, recebo emails de parabéns no meu aniversário, mensagens natalinas… De La Soul é da alma, mesmo. Trio mais porreta do Rap Mundial. Thank you, De La Soul!

ELPH 330 HS

 

Eu não curto sair de casa com muito equipamento. Na maioria das vezes, uma câmera de bolso é suficiente pra eu registrar algum fato pitoresco. Hoje em dia, até meu celular faz videos Full HD, com áudio Stereo e tudo mais. Entretanto, uma câmera, mesmo de bolso, pode dar ao usuário mais controle sobre ISO, exposição… Eu não gosto muito das contas que a máquina faz por você. Eu pesquisei “um pouquinho” até comprar uma Powershot que não fizesse vídeos usando uma configuração automática de White Balance, ISO, Shutter… Enfim, queria uma câmera de bolso que me desse algum controle sobre o que eu quisesse gravar. É claro, sem gastar muito. Depois de assistir inúmeros reviews da compacta mais bombada (e cara) da Sony, e da mais em conta, mas bem na foto da Canon, decidi esperar. Continuei usando minha antiga LUMIX para videos caseiros e sessões de skate. Para trampos maiores, usava a minha DSLR.

Dando uma lida num artigo @ The Verge mês passado, vi que existiam diversas opções de câmeras compactas, de diversos fabricantes, que faziam bons vídeos. A escolha do editor da matéria foi a SX280 HS, da linha Powershot da Canon. A partir desses links, cheguei ao YouTube e percebi que muitos vloggers da rede de vídeos do Google usavam uma câmera um pouco mais barata, também da série Powershot, chamada ELPH 300 HS. Até achei algumas lojas que tinham essa câmera em estoque, mas percebi que já havia disponível no site da Canon duas outras câmeras: 330 HS e 340 HS (Eu imagino que as versões 310 HS e 320 HS existiram). Muito se diz que quando a numeração do modelo pula pouco, o fabricante arrumou algum defeito do modelo anterior –– o famoso quase recall seguido de update.

Com essas informações, fui bater perna na Paulista, Santa Ifigênia e, se o negócio ficasse sério, duas ou três lojas de Shopping –– pra eu ter garantia direito + nota fiscal. A idéia era achar a câmera, testá-la e depois decidir onde e como adquirí-la.

Comprei a Powershot ELPH 330 HS ontem, saí pra rua hoje e o resultado do primeiro teste está aqui. Ela acabou custando menos de US$250 (com o cartão de memória). Me deixa fazer vídeos 1920 x1080, 24fps, áudio Stéreo… Me disseram que a primeira leva, de março de 2013, apresentou alguns problemas de bateria, mas a minha está OK. O áudio é bem mais limpo do que o de outras compactas que eu já usei, mas o filtro de vento simplesmente não funciona. Se for gravar uma sonora no meio de uma ventania, leve um gravador digital e sincronize depois, na edição. Outra coisa: a idéia do vídeo em Super Slow, 240fps é legal, mas não tem qualidade pra ser levada a sério. Vejam bem, eu mal falei das possibilidades fotográficas, pois adquiri a ELPH 330 HS pra fazer vídeo, mesmo. Ah! Li em algum outro artigo que a sigla HS significa High Sensibility = alta sensibilidade do sensor… CMOS, melhor que os antigos CCD, etc. e tal. Possibilita tirar boas fotos em locais pouco iluminados com o ISO lá em cima… VEREMOS!

Halt and Catch Fire

Haltandcatchfire

Depois de Rubicon e Breaking Bad, seria difícil a AMC lançar algo menor. @HaltAndCatchFire é bonito e doido. É bom lembrar que antes do norte da Califórnia tornar-se a mecca das empresas de computação, serviços e aparelhos eletrônicos, o Texas era a casa de diversas empresas de tecnologia. A mais conhecida, aqui no Brasil, era a Texas Instruments. Produzia bonecos falantes, calculadoras científicas, jogos de memória digital… Halt and Catch Fire é conosco. Tomara que passe da primeira temporada.

Jair Rodrigues

10325208_10152375905614731_4315859360077951926_n“Fabinho, não importa se o show está cheio ou não. Você sobe lá e diz a que veio, mesmo se a platéia for três pessoas de costas p/ banda.”

Jair Rodrigues, num camarim do Blen Blen, fazendo flexões de braço, em 2004.

Obrigado, Jairzão!